13 motivos para consumir chia, a semente da vez
Postado em: 20-04-2012
Novidade nas prateleiras brasileiras, a chia, uma semente encontrada no sul do México, está prometendo um caminhão de vantagens para a saúde. Riquíssima em uma série de nutrientes, o grão também pode ser um grande aliado da dieta.
Ela está disponível no mercado de três formas: óleo, farinha e grão inteiro. O óleo pode ser usado como temperos de saladas e pratos em geral, e a farinha ou o grão podem ser adicionados em iogurtes, vitaminas, tortas, bolos, saladas, sucos, entre outras receitas.
“A porção diária recomendada é de 25 gramas, o equivalente a uma colher de sobremesa”, diz a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional. Caso você passe um pouco dessa recomendação, não há grandes problemas, mas é importante não exagerar e manter sempre a dieta equilibrada, pois a chia é um tanto calórica – são 164 calorias por porção da semente. Confira tudo o que essa colherzinha diária pode fazer pela sua saúde!
1- Efeito tira-fome
A semente de chia é rica em fibras tanto solúveis quanto insolúveis. A nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, conta que essas fibras ajudam a regular o trânsito intestinal, evitando ou tratando a prisão de ventre, por exemplo. Enquanto a aveia possui 9,1g de fibras a cada 100g do grão, a chia tem 13,6g de fibra. “Ela também proporciona mais saciedade, pois em contato com líquido no interior do estômago forma uma espécie de ‘gel’ que dilata o estômago, ajudando também no emagrecimento”, explica.
2- Ômega-3, o amigo do coração
É, sem dúvida, o carro-chefe nutricional da chia. A porção de semente de chia tem nada menos que 400% da nossa necessidade diária de ômega-3. É claro que quando pensamos em ômega-3, logo nos lembramos de peixes, principalmente o salmão, que é muito rico desse nutriente. Porém, de acordo com as nutricionistas, 100 gramas da semente de chia têm oito vezes mais ômega-3 que um pedaço médio de salmão.
De acordo com a nutricionista Roseli Rossi, esta gordura do bem é responsável por afastar de perto as doenças cardiovasculares. Ela reduz a formação de coágulos sanguíneos e arritmias, diminui o colesterol circulante no sangue e também aumenta a sensibilidade à insulina. “Além disso, o ômega-3 ajuda na regulação da pressão dos vasos sanguíneos uma vez que aumenta a fluidez sanguínea, evitando assim, o aumento da pressão arterial”, completa a nutricionista.
Além de todos esses benefícios, o ômega-3 é importante para fortalecer o sistema neurológico, além de evitar depressão e aumentar a absorção de nutrientes.
3- Mais cálcio que o leite
Essa é para os intolerantes à lactose e precisam de uma fonte de cálcio segura – segundo a nutricionista Vivian Goldberger, do Emagrecentro, 100 gramas da semente de chia (equivalente a sete colheres de sopa) tem seis vezes mais cálcio que meio copo de leite integral – que tem em média 246 mg do nutriente. “O cálcio presente na chia ajuda na formação da massa óssea, evitando a osteoporose”, explica a nutricionista Roseli Rossi. Uma porção de semente de chia (25 gramas) tem cerca de 21% das nossas necessidade diárias de cálcio.
4- Mais ferro que o espinafre
Uma ótima notícia para quem torce o nariz para espinafre e outros vegetais ricos em ferro, ou mesmo sofre de anemia ferropriva – necessitando, portanto, ingerir boas fontes de ferro. De acordo com a nutricionista Vivian Goldberger, 100 gramas da semente de chia oferecem três vezes mais ferro que a mesma quantidade de espinafre, por exemplo. Para ilustrar melhor: uma porção da semente tem 67.8% das nossas necessidades diárias em ferro.
5- Proteínas para os músculos
Ótima para quem faz atividade física e precisa de uma boa fonte de proteínas para a reconstrução muscular, 100 gramas da semente de chia carregam 16g de proteína em sua composição. “Enquanto em 100 gramas de arroz integral cru há 8 gramas de proteína e no milho verde cozido há 3 gramas, por exemplo”, conta a nutricionista Roseli Rossi. A vantagem da superdose é que a semente ajuda na manutenção de massa muscular, fornece mais energia para as células nervosas e ainda pode complementar as necessidades proteicas – uma porção da semente de chia tem 8.6% das nossas necessidades diárias nesse nutriente.
6- Carrega magnésio
Essencial para o pleno funcionamento do nosso cérebro e ligações cognitivas, o magnésio também está muito presente na semente de chia. “Em comparação com 100 gramas de brócolis, a semente de chia tem 15 vezes mais magnésio”, conta a nutricionista Vivian Goldberger. A porção possui 27.9% das nossas necessidades diárias desse nutriente.
7- Vitamina A para os olhos
A porção diária da semente de chia possui cerca de 20% das nossas necessidades dessa vitamina. “Ela melhora sistema imunológico e protege a pele e os olhos contra o processo de envelhecimento”, conta a nutricionista Roseli Rossi.
8- Potássio contra câimbras
Esse nutriente tem grande participação na ação muscular, sendo essencial para quem pratica exercícios físicos todos os dias. De acordo com as nutricionistas, 100 gramas da semente de chia têm duas vezes mais potássio que duas bananas grandes. Nesse caso você pode até consumir a dupla junto, garantindo potássio de sobra para a atividade física. Uma porção de chia tem 6.4% das nossas necessidades diárias de potássio.
9- Vitaminas do Complexo B
A semente de chia também possui em sua composição a niacina, a tiamina e a riboflavina, todas vitaminas do complexo B. Elas são fundamentais para o pleno funcionamento do nosso sistema nervoso, além de auxiliar no metabolismo das nossas células, fazendo com que nosso organismo todo funcione melhor. A porção da semente tem 13% das necessidades diárias de niacina, 4.6% das de riboflavina e 30% das de tiamina.
10- Antioxidantes contra radicais livres
A semente de chia possui ácido cafeico e ácido clorogênico, ambos antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres, combatendo o envelhecimento celular e prevenindo nosso organismo contra diversas doenças, inclusive o câncer.
11- Manganês extra
A porção da semente de chia tem 63.5% das necessidades diárias de manganês. “Esse nutriente participa na síntese de várias reações enzimáticas, além de estimular o crescimento dos ossos e do tecido conjuntivo”, conta a nutricionista Roseli Rossi.
12- Cheia de zinco
Esse nutriente melhora nossa imunidade, paladar, olfato e visão. Também promove a liberação do hormônio do crescimento e ajuda na formação de colágeno. Na porção de chia você encontra 12.3% das necessidades diárias de zinco.
13- Rica em cobre
“Ele facilita a absorção do ferro, é catalisador na formação da hemoglobina, melhora imunidade e ajuda na formação de elastina e colágeno”, conta a nutricionista Roseli Rossi. A porção da semente possui 30.5% das necessidades diárias de cobre.
Estudante cria coleção de roupas que produzem energia a partir do sol
Postado em: 09-04-2012
Usando fios de algodão condutores, Abbey Rachel Liebman, estudante de vestuário e ciência da fibra (FSAD) da Universidade Cornell, em Nova York, criou uma coleção de roupas capaz de produzir energia, a partir do sol. O vestuário mantém o usuário conectado onde quer que esteja.
Com painéis solares ultra-finos para guarnição e um carregador USB localizado na cintura, a roupa capta os raios solares para carregar celulares, iPods e outros dispositivos portáteis. Abbey desenvolveu o casaco, que estreou na passarela no 26º desfile anual da Liga Cornell de Design (CDL).
“Eu pensei em estar no meio do deserto e na necessidade do telefone. Como mantê-lo carregado?” disse a estudante de design. “Ele se encaixa no estilo de vida da cidade, também. Estamos sempre em movimento, e você não quer desacelerar, porque o telefone está morto.”
A ideia para a e-jacket, ou jaqueta eletrônica, surgiu a partir de reuniões com Juan Hinestroza, professor assistente de ciência da fibra e diretor do Laboratório de Nanotecnologia Têxtil da Universidade Cornell. A peça se baseia em tecnologias desenvolvidas na Universidade, e foram patenteadas por Hinestroza e George Malliaras, professor associado de ciência dos materiais e engenharia. As duas tecnologias utilizadas permitem que o revestimento de algodão, com uma camada modelada, precisamente padronizada, com menos de 80 nanômetros de espessura, resulte em um tecido que transmite corrente como um fio de metal.
“A tecnologia permite que o algodão permaneça flexível e confortável enquanto é eletricamente condutivo”, disse Hinestroza. “As tecnologias anteriores alcançaram condutividade, mas tornaram-se fibras rígidas ou pesadas, ao contrário dos nossos fios, que são amigáveis para um processamento posterior, tais como tecelagem, costura e tricô.”
Como os eletrônicos vestíveis se tornaram um objetivo, Hinestroza disse que a tecnologia poderia ser incorporada em camisetas para medir a frequência cardíaca ou analisar suor, costuradas em travesseiros para monitorar os sinais do cérebro ou aplicadas para criar têxteis interativos com aquecimento e capacidade de refrigeração.
A jaqueta movida a energia solar é uma das dez peças que Abbey projetou para o desfile. Para ela, “A ciência não deveria estar longe da arte. A ideia é combinar tecnologia e moda de uma forma que seja funcional, mas seja atraente, também.”
A tecnologia ainda é muito nova, e as roupas ainda são protótipos, por isso não existe previsão de lançamento.
Fonte:
Mercado de aquecimento solar cresceu 6,5% em 2011 no Brasil
Postado em: 02-04-2012
Cientistas brasileiros limpam água do Rio Negro usando uma semente
Postado em: 29-03-2012
O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) buscou na Índia uma solução natural para purificar e clarear as águas do Rio Negro. No lugar do sulfato de alumínio, que é considerado tóxico, os pesquisadores estão utilizando a semente de moringa.
Os resultados dos testes foram surpreendentes, com a eliminação de até 99% das bactérias contidas na água e também a mudança em sua tonalidade. Naturalmente a água do Rio Negro é amarelada por conta da presença de substância húmica, conforme explicado pela farmacêutica Edilene Sargetini.
A moringa não é uma planta nativa. Ela foi trazida da Índia, mas os pesquisadores garantem que a espécie se adaptou às condições brasileiras. Segundo Edilene, das 90 sementes trazidas e plantadas em solo amazônico, 87 germinaram.
O processo de purificação da água através da semente é simples, e os especialistas já cogitam a produção de uma cartilha para multiplicar o uso da técnica e torná-lo mais acessível. O material colocado diretamente na água é um pó feito com a semente. Em alguns minutos a água fica limpa e própria para o uso.
Em processos tradicionais, a limpeza total da água leva duas horas, porém os pesquisadores brasileiros conseguiram atingir o resultado esperado em apenas alguns minutos. Outro benefício é o tempo em que essa água permanecerá ideal para o consumo, que através deste método chega a ser de três dias. Após este período a água apodrece.
Está em estudo também a criação de sachês que pudessem ser disponibilizados à população em porções individuais. Isso tornaria a limpeza da água mais prática e ainda melhoraria a saúde da população local, que depende das águas do Rio Negro.
Fonte:
Que tal carregar a bateria do seu notebook com água?
Postado em: 27-03-2012
Desenvolvido por dois designers japoneses, Seunggi Baek e Hyerim Kim, o novo modelo de notebook foi planejado a partir do bambu. Como todas as plantas, o bambu também sobrevive apenas de água e energia solar – o sistema da fotossíntese. Desse princípio surgiu a tecnologia capaz de sustentar um notebook: utilizando-se de uma “bateria de água”.
Os criadores explicam que a bateria funciona por um sistema de tanque de água externo. Repousando a bateria dentro dele (pode ser um copo, por exemplo), ela absorve continuamente a água do recipiente e gera a energia através do processo de eletrólise. Unido a esse sistema estão placas de aquecimento solar, as quais ficam instaladas no topo, fora d’água. Este processo ocorre pelo uso do hidrogênio como fonte de energia e descarrega oxigênio. Mesmo fora de uso, se o laptop for colocado em um ambiente com água, sua bateria será recarregada automaticamente, enquanto o aparelho liberará oxigênio.
A pulseira, em forma de folha, pendurada na parte superior do computador é feita em silício. Ela funciona como um anel de mão e um LED verde indica quando a bateria está carregada. Usando este LED, os usuários podem verificar a capacidade sobressalente que a bateria tem.


