Pequenas mudanças de hábito e a economia da água
A água é um dos recursos naturais mais valiosos com que conta a humanidade. Embora a maior parte de nosso planeta esteja composto por água, 97% do total é salgada, e grande parte do restante está congelada nos pólos. Por isso, não deve ser desperdiçada. As práticas de economia da água que utilizamos diariamente contribuem para a utilização de forma mais racional de um recurso escasso, tanto que muitos habitantes da Terra não podem desfrutá-lo em suas casas. Ao mesmo tempo, permite colaborar com a qualidade dos serviços de saneamento ao aliviar sua carga de trabalho e diminuir os gastos dentro de casa.
Por onde começamos? O primeiro passo é identificar onde usamos água em casa. Depois, precisamos decidir sobre o que fazer para reduzir a quantidade que usamos, seja eliminando práticas e hábitos de desperdício, ou melhorando a eficiência do uso da água, com instalações e acessórios mais eficientes. Uma área que é importante vigiar é o banheiro, onde se usa cerca de 65% da água consumida em toda a residência. Também é crucial analisar os hábitos de consumo. A maior parte da água consumida em nossas atividades diárias é simplesmente desperdiçada. Deixa-se a torneira aberta enquanto escovamos os dentes. As máquinas de lavar funcionam sem estarem com a carga completa.
No entanto, podemos tomar várias medidas
Nesse simpático infográfico animado você encontra não apenas dicas sobre o uso consciente de água, mas também comparativos com situações cotidianas – onde você tem noção real do que representa a água economizada – e até métodos de detectar vazamentos.
Para conferir basta clicar na imagem abaixo.
via Terramérica e UOL Ciência
Edifício do IBOPE busca solução para eficiência energética
Projetado pelos arquitetos Rino Levi, Roberto Cerqueira César e Luiz Roberto Carvalho Franco, o edifício conhecido originalmente como Plavinil Elclor, ocupado atualmente pelo IBOPE, na Alameda Santos, em São Paulo (SP), será objeto da primeira edição do “Concurso OTEC de Eficiência Energética para Edifícios Existentes”. Os competidores – profissionais, estudantes e acadêmicos da construção civil – deverão propor soluções de projeto que equacionem a busca por eficiência energética na operação do prédio e o resgate histórico do projeto.
Inaugurado em 1961, localizado próximo ao Conjunto Nacional, a então sede da indústria química Plavinil Elclor diferenciava-se dos prédios em moda na época. “É um edifício interessante. O sol atinge todas as fachadas. Na ocasião, adotou-se uma solução ‘tupiniquim’. O prédio foi envolvido por lajes que suportavam em todo o seu entorno uma espécie de segunda fachada, formada por elementos vazados em cerâmica”, lembra o arquiteto e professor Paulo Bruna, integrante Comissão Julgadora do concurso. “A fachada gerava as soluções ambientais tão procuradas atualmente. Não só sombreava, como permitia a ventilação”, acrescenta.
No início dos anos 2000, a fachada do edifício passou por uma radical reforma, motivada pelo desgaste da cerâmica. “Provavelmente, a queima da cerâmica, quando de sua produção, não foi bem feita. Como resultado, com o tempo ela foi quebrando, esfarelando e até mesmo chegava a cair na rua”, conta Bruna.
A reforma do edifício, então ocupado apenas em um pavimento pela Plavinil, eliminou as características originais da fachada. Os elementos vazados foram substituídos por brise soleil. A partir daí, cada inquilino procurou fazer adaptações próprias para conforto ambiental. “Os que ocupavam a fachada poente eram os que mais reclamavam do sol. Aí, começaram a colocar persianas. Muitos também instalaram aparelhos de ar condicionado de janela”, diz o arquiteto.
Concurso
A OTEC, empresa de consultoria de sustentabilidade, idealizadora e realizadora do concurso, fornecerá o modelo representativo da situação atual e material gráfico aos participantes, para serem utilizados como referência técnica. Concederá, ainda, licença para utilização do software DesignBuilder, válida até o dia da entrega do projeto, além da oportunidade de visitar o prédio e entender melhor como é operado.
“O concurso pretende resgatar na arquitetura original elementos que demonstram a preocupação de Rino Levi com o conforto térmico do ambiente”, expõe David Douek, diretor de desenvolvimento da OTEC. Outro pré-requisito do concurso é que todas as equipes participantes sejam constituídas por, pelo menos, um arquiteto e um engenheiro – exigência que visa incentivar o trabalho integrado e multidisciplinar, marca da sustentabilidade.
As inscrições vão de 10 de agosto até 10 de novembro de 2010, e a entrega dos projetos se estende até 28 janeiro de 2011. O evento de premiação será no dia 15 de abril.
SERVIÇO
Concurso OTEC de Eficiência Energética para Edifícios Existentes – Edição IBOPE 2010
Inscrições: 10 de agosto a 10 de novembro de 2010
Entrega dos projetos: até 28 janeiro de 2011
Evento de premiação: 15 de abril de 2011
Informações e inscrições: www.concursootec.com.br
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