Energia Solar: O futuro do ambiente está em suas mãos.
Postado em: 31-01-2013
São muitas as situações do dia-a-dia que revelam a dependência energética da sociedade. Quer seja em casa, nos transportes, na indústria, ou no lazer, a utilização da energia aumentou nos últimos anos e tornou-se essencial para a vida da sociedade atual.
O homem utiliza 85% de energias de fontes não renováveis, aquelas cujo tempo de formação é muito longo, acabando por se esgotarem devido à sua utilização. É o caso do petróleo, do carvão, do gás natural e do urânio. Por exemplo, para produzir um jazigo de petróleo, são necessárias centenas de milhões de anos. Além do longo processo de formação, a queima dos combustíveis fósseis origina substâncias gasosas prejudiciais para o ambiente (óxido de azoto e enxofre, responsáveis pela chuva ácida) e levanta também problemas de ordem econômica e social.
Ao pensar no meio ambiente e na sua sustentabilidade, o homem começa a explorar as potencialidades de outros recursos da Terra para a produção de energia. De tal maneira, diminui-se a importação de recursos e os gastos provenientes de recursos não renováveis poluentes. O objetivo: aumentar a eficiência energética de casas e indústrias.
A energia solar é a mais fácil de utilizar entre todas as energias naturais. Além de se poder utilizar em pequena escala, o preço do investimento compensa os ganhos futuros em pouco espaço de tempo na energia elétrica. Esta energia, que provém do sol, pode ser utilizada em múltiplas funções: fornos, aquecimento de edifícios e de água. A energia solar é também utilizada para produção de energia elétrica, em centrais solares, por transformação fotovoltaica (usando células fotovoltaicas, quando a luz solar incide produz energia elétrica) ou por conversão térmica (aproveitamento da energia solar sob a forma de calor para produção de calor).
Ao utilizar a energia solar, vai reduzir o consumo de energia convencionais, a emissão de dióxido de carbono (grande responsável pelo aumento do efeito de estufa) e a liberação de substâncias radioativas em centrais nucleares. Contribuir para um planeta sustentável é a missão da energia solar e evita a poluição do planeta. Ao utilizar a energia solar, vai reduzir a poluição com origem na extração dos recursos minerais, nos transportes, na preparação da matéria-prima e na libertação final do produto. A necessidade de criar uma sociedade saudável, reduzindo os gastos energéticos é uma obrigação que todos devemos ter.
Fonte: Revista Amazônia
ONU quer energia sustentável para todos até 2024
Postado em: 17-01-2013
Brasil – Antes do recesso em suas sessões, no final de dezembro, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) destacou o papel fundamental que deve ter a energia na agenda econômica internacional a partir de 2015, e declarou o período entre 2014 e 2024 como Década da Energia Sustentável para Todos.
A declaração, adotada por unanimidade pelos 193 Estados-membros, foi acompanhada de duras críticas: mais de 1,3 bilhão de pessoas em todo o mundo ainda não têm eletricidade, e mais de 2,6 bilhões dependem de biomassa para cozinhar e se aquecer. A Assembleia Geral também expressou preocupação pelo fato de que, “mesmo havendo serviço de energia disponível, milhões de pobres não poderem pagá-lo”.
Antes mesmo da adoção da resolução, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, havia alertado: “Não pode haver desenvolvimento sustentável sem energia sustentável”. Existe um crescente reconhecimento entre os líderes mundiais de que o acesso à energia é crucial para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), incluindo uma drástica redução da extrema pobreza e da fome até 2015, em relação aos níveis de 1990.
Este será um dos temas centrais da III Cúpula Mundial Sobre a Energia do Futuro, que acontece esta semana em Abu Dhabi, quando se analisará a importância de todas as formas de energia, como bioenergia, geotérmica, hidráulica, oceânica, solar e eólica. A cúpula é parte da Semana da Sustentabilidade de Abu Dhabi, que começou ontem e vai o dia 17, que, por sua vez, acontece paralelamente à Cúpula Internacional da Água.
Uchita de Zoysa, do Centro para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, disse à IPS que a energia na época moderna é vital para o bem-estar e a prosperidade, e já não deve ser considerada um luxo. “A energia necessariamente deve ser considerada um direito humano”, afirmou, acrescentando que as negociações internacionais sobre mudança climática deveriam incluir um debate sobre o consumo e a produção sustentável, bem como sobre o acesso igualitário à energia, ressaltou.
“Nenhuma negociação pode ter êxito se uma parte da humanidade for marginalizada de seu direito ao bem-estar e à prosperidade. Cada comunidade e cada indivíduo devem ter oportunidades iguais de progredir na vida”, afirmou Zoysa, também presidente da organização internacional Global Sustainability Solutions.
Por sua vez, Kaisa Kosonen, conselheira em políticas climáticas do Greenpeace Internacional, disse à IPS que mais de 84% das pessoas sem acesso à energia vivem em áreas rurais. Portanto, as soluções dependem principalmente da descentralização e do uso de fontes como eólica, solar e biogás, que também são benéficas do ponto de vista econômico, pontuou.
Segundo a Agência Internacional das Energias Renováveis, as fontes alternativas representam a solução mais econômica para a extensão dos serviços elétricos. Além disto, segundo Kosonen, seu aproveitamento protege os consumidores dos aumentos de preços associados ao mercado dos combustíveis fósseis. A conselheira explicou que o papel da ONU é manter sua atenção nas necessidades gerais dos pobres, e não nos interesses das grandes indústrias.
Isto significa, por exemplo, que não deve medir o êxito apenas pelo fato de haver energia “disponível” ou pelos quilowatts produzidos por hora, detalhou Kosonen. “A energia também deve ser acessível, e alcançar as pessoas que dela necessitam”, ressaltou. Seu argumento é que as soluções energéticas devem estar a serviço das sociedades locais e das metas ambientais, e nunca agravar a escassez de água, os níveis de contaminação e outros problemas. E acrescentou que os custos ocultos destes e de outros impactos devem ser considerados na hora de traçar planos e tomar decisões.
Zoysa afirmou que a “energia para todos” deve ser uma inquestionável meta de desenvolvimento sustentável para a agenda internacional a partir de 2015, quando vencem os ODM. A história demonstra que a energia com base no carbono constitui um grande obstáculo para o desenvolvimento sustentável e representa uma grande ameaça à existência da humanidade por meio da mudança climática, acrescentou. Portanto, a responsabilidade dos líderes, tanto locais como internacionais, é fornecer energia sustentável para todos, ressaltou, acrescentando que isto pode ser uma meta realista “somente se forem reformados radicalmente nossos padrões de produção e consumo”.
Consultada sobre o papel da ONU, a especialista disse que o fórum mundial deve assegurar que as soluções promovidas estejam em linha com outras metas de desenvolvimento. A energia precisa de soluções avaliadas como um todo, em lugar de se concentrar apenas na eletricidade, enfatizou. “E as Nações Unidas devem continuar desempenhando um papel importante, conectando diferentes ações, alinhando os esforços das instituições existentes com metas comuns, ajudando a mobilizar recursos financeiros e transferências de tecnologia, e assegurando a responsabilidade e a transparência”, concluiu Zoysa.
Fonte: Procel
Coleta de óleo de cozinha usado deve ser expandida no país.
Postado em: 03-01-2013
Diversos produtos alimentícios usados no dia a dia podem ser reutilizados para a fabricação de novos materiais e ainda evitar uma possível contaminação no meio ambiente. Um exemplo deles é o óleo de cozinha que, juntamente com outros ingredientes, pode ser transformado em sabão líquido ou em barras, biodiesel, vernizes, entre outros. Além de gerar economia e ser um ato voltado para a sustentabilidade, a iniciativa pode servir como fonte de renda.
No último dia 20, associações brasileiras de óleo vegetal, baterias e filtros automotivos se comprometeram em coletar resíduos de seus produtos nas cidades paulistas por meio de um termo de compromisso assinado com o governo do Estado de São Paulo.
O acordo também foi assinado com a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) e Abrafiltros (Associação de Empresas de Filtros e seus Sistemas Automotivos e Industriais).
Para o secretário do Meio Ambiente do Estado, Bruno Covas, a medida mostra o amadurecimento do setor produtivo e a importância de se investir no destino final dos resíduos sólidos. De acordo com o diretor de Sustentabilidade da Abiove, entidade que representa empresas responsáveis pelo processamento e fabricação do óleo de cozinha, Bernardo Machado Pires, a intenção é aumentar os atuais 800 pontos de coleta para 900, em um prazo de aproximadamente dois a três anos, e chegar a um mil em, no máximo, quatro anos.
Impactos
Descartado na pia, o óleo de cozinha pode poluir rios, lagos, mares e o solo, causando altos impactos ambientais. Além disso, o resíduo pode entupir encanamentos e caixas de gordura de residências. Para armazenar corretamente o óleo, é preciso esperar que ele esfrie, despejá-lo em uma garrafa pet, com a ajuda de um funil, fechar bem a garrafa para evitar vazamentos, odores e insetos e levá-la ao ponto de entrega mais próximo.
ENERGIA SOLAR É A RENOVÁVEL QUE CRESCE MAIS RÁPIDO NO MUNDO
Postado em: 28-11-2012
O Brasil viu os complexos de geração eólica crescerem vertiginosamente em número nos últimos anos, mas a energia solar ainda não foi tão agraciada no país. Apesar disso, no resto do mundo a situação é diferente, segundo relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), que aponta a energia solar como a fonte de geração renovável que cresce mais rápido no planeta.
O relatório ressalta a importância que as fontes renováveis vão ganhar no cenário mundial nas próximas décadas, prevendo que em 2035 elas devam representar praticamente um terço da produção total de energia elétrica no mundo.
Fonte: Dasol
Tokelau: A primeira ilha a viver só de energia solar
Postado em: 16-11-2012
A ilha de Tokelau, localizada no Pacifico Sul, é o primeiro território do mundo a viver exclusivamente da energia solar, tendo-se tornado 100% autossuficiente em termos energéticos.

O esforço em direção à autossuficiência começou em Abril deste ano, com a intenção de substituir o anterior sistema de eletricidade, alimentado essencialmente a diesel, por 4.032 painéis solares e 1344 baterias.
Em comunicado enviado à AFP, o coordenador do projeto, Mike Bassett-Smith, da empresa Powersmart Solar, responsável pela instalação do sistema, refere que “muitas nações do Pacífico têm dificuldade em fornecer uma alta proporção de acesso à energia elétrica à população, e, mesmo quando o fazem, a oferta desta energia a preços acessíveis é um desafio adicional”.
Assim, a instalação deste sistema elétrico, mais eficaz e ecológico que o anterior, “é um de grande importância para o contínuo bem-estar” da ilha Tokelau, acrescenta Bassett-Smith.
Agora, o próximo passo é estender a outras ilhas do arquipélago da Nova Zelândia, como as ilhas Cook e Tonga, este sistema de energia renovável.
“Concluído no prazo e dentro do orçamento, este projeto é um excelente exemplo de como pequenas nações do Pacífico podem liderar o caminho em direção à energia renovável”, salienta o ministro dos negócios estrangeiros da Nova Zelândia, Murray McCully.
Fonte: Boas Notícias





